Neste sarau resgataremos a nossa origem com produções de abayomis, rap feminista e declamações de poemas...
Há séculos somos invisibilizadas pela sociedade patriarcal, arrancaram nossas raízes, podaram nossos cabelos esconderam nossos traços.
Não à invisibilização das mulheres negras!
Ensinaram a nossas crianças negras que bonecas pretas são feias, que meninas negras não brincam com bonecas pretas, que o certo e o belo é o padrão europeu.
Este sarau é para tod@s, mas especial para a nossas crianças, vamos resgatar nossa história.. Com Gabriela Vallim Nyong'o e Aline Moreno teremos uma oficina, tragam as crianças para contação de história, para que elas possam conhecer a origem das abayomis e produzir a sua própria! E os adultos também poderão participar para assim espalhar essa ideia em toda parte.
Com um café feminista dialogaremos sobre nossas experiências dentro e fora da militância feminista.
A luta e a história da mulher negra é resistência...
Traga sua poesia, sua música, sua arte, sua presença, também teremos alguns livros lá e em roda partilharemos tudo isso com todxs presentes!
Juntas na Luta
Coletivo Feminista da Zona Leste de São Paulo na luta contra a opressão e violência de gênero, pelos direitos das mulheres, por Direitos Humanos. Autogestão, ação direta, horizontalidade e sororidade sempre! Usamos o rap, o graffiti, a literatura e oficinas de pintura como ferramentas de luta contra o machismo e a misoginia. Facebook: https://www.facebook.com/juntasnaluta
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
quarta-feira, 23 de julho de 2014
MANIFESTO CONTRA A INVISIBILIDADE E O APAGAMENTO DAS MULHERES NEGRAS
Nós do Juntas na Luta, nos colocamos na luta pelo fim de todo e qualquer privilégio, por isso destacamos o que as mulhees negras fizeram na construção deste mundo, mulheres guerreiras, mães, filhas, religiosas, fortes... que fizeram questão de mantê-las apagadas.
Quem? O Estado, a igreja, a família e outras instituições fizeram e fazem questão de mantê-las mortas e esquecidas. Nós vivemos em uma sociedade racista e eurocêntrica e manter essas mulheres esquecidas faz parte da manutenção do poder dessas instituições.
Em uma simples busca no acervo municipal de biblioteca de São Paulo pode-se notar a anulação das mulheres negras, há pouquíssimos livros e difícil forma de aquisição e uma contradição já que temos um montante de escritoras, pensadoras e poetisas.
Na TV, revistas, jornais é a mesma situação, um massivo embraquecimento é feito, uma programação de misoginia e de rivalidade feminina é o que vemos. Em sua maioria as mulheres negras aparecem na TV como empregada, sua posição é sempre de Tia Anastácia ou na figura da “barraqueira gostosa”, objeto sexual, passista de escola de samba, a preta que serve para sambar, dançar funk, falar gíria e arrumar confusão. É esse o espaço para as mulheres negras na mídia. Uma mídia que naturaliza e propaga o racismo e a imagem da mulher negra como um produto, como carne... Carne essa, a mais a barata do mercado.
Uma pesquisa na rede virtual não é diferente o que elas fizeram e fazem não é publicado, espalhado e não achamos que é uma simples coincidência. Isso é pensado! Apesar de fazermos a resistência todos os dias e felizmente existirem muitas redes sociais, blogs e websites em luta para mostrar as mulheres negras e suas capacidades, não são eles que estão em maior evidência na rede.
Quem controla as máquinas, os meios de produção e a imprensa são os homens, o registro que temos das mulheres é feito por homens, que em sua maioria não destacam a mulher e sim a produção feita, quem ficou famoso foi o dono da foto e do vídeo e não a mulher na frente da lente. Há registros de mulheres brancas e estas as registravam e não as mulheres negras.
Até o nosso corpo quem o conhece é o homem, os ginecologistas dizendo como ele deve ser, como cuidar, essa ciência que cresceu a base de experimentos e testes desumanos com mulheres negras... E nisso é forte também a violência obstétrica, as mulheres negras morrem dia a dia nos hospitais, seja pelo fato dos médicos não quererem tocá-las ou por acreditar que ela é forte e aguenta a dor. Figura de mulher dócil e delicada? Mulheres negras nunca tiveram esse padrão, não foram educadas para serem “dóceis e delicadas”. O olhar da sociedade para as mulheres negras a enxergando como escravas, como mucamas, as animalizando não mudou até hoje!
Temos como exemplo o movimento dos Panteras Negras do qual elas tiveram que reinvindicar a sua presença, pois elas não eram chamadas para participar do movimento. mantém essa situação na política, nos movimentos sociais, nas organizações...
Quem está no ranking de mães solteiras? Até o homem negro só quer a mulher negra para ser seu objeto sexual. Eles fazem filhos com elas, mas a mulher para casar é sempre a branca. A mulher negra enfrenta a solidão, a dificuldade de ter um relacionamento sólido, comprometido. E se ela for lésbica/bissexual vai encontrar muita dificuldade em encontrar uma companheira, além de ser difícil mais ainda às negras assumirem uma sexualidade não-heteronomartiva, existe um padrão de beleza lésbico: o da lésbica branca, de cabelo liso com cortes alternativos, cores, descolada, tatuada. Nos espalos LGBT, a lésbica/bissexual negra não corresponde à estética com “glamour”, à estética Clara e Marina da novela (vemos que a mídia já estão começando a falar de homossexualidade e bissexualidade, mas com atores brancos, com a beleza padrão hegemônica).
Conheceram o filme que retrata uma rainha negra a Nzinga? Se não é porque ele mal esteve disponível ao público, foi exibido três vezes no Centro Cultural Banco do Brasil e não esteve na grande rede de cinema e não foi só com esse filme, esta rede invisibiliza esse tipo de registro, apaga, aniquila.
Mulher negra tem que lidar com o racismo no movimento feminista e com o machismo no movimento negro. As demandas que estão em evidência nos movimentos são da mulher branca ou do homem preto. Ser mulher, ser negra é combate em dobro! Não tem nenhuma lei que proteja a mulher negra especificamente, que contemple a questão de raça e de gênero juntas. A Lei Maria da Penha não tem recorte de raça por exemplo.
E quanto ao ferro... ou ele é pregado em nossa pele, ou em nossos cabelos. Enquanto as universidades e Vilas Madalenas da vida exaltam a cultura negra numa afirmação babaca do velho mito da democracia racial: “ser negro é lindo, eles gostam de negros”, se apropriam de nossos símbolos de resistência, o sistema prossegue nos obrigando as nos embranquecer, a deixar o cabelo mais... “comportado”, a disfarçar os traços com maquiagem.
E quais são os cargos profissionais que estão as mulheres negras? A mulher negra sempre esteve no mercado de trabalho, só que no informal, principalmente se ela for mãe, ela estará nas profissões menos reconhecidas e quando sobem, são invisibilizadas.
Na escola e na universidade a gente não estuda as artistas nem as intelectuais negras como Lelia Gonzalez, Sueli Carneiro, Bell Hooks, Audre Lorde...
As negras estão nas moradias mais pobres, nas quebradas, nas periferias. Se a negra for lésbica/ bissexual, ela vai ser obrigada a circular em outros espaços com sua companheira, pois há uma grande repressão em assumir sua sexualidade na quebrada. Se a sociedade já é lesbofóbica e bifóbica, a negra lésbica/bi além de lidar com o machismo e o racismo vai enfrentar a lesbofobia/bifobia. Vai ser fetichizada por conta de sua sexualidade e por ser negra que já é objeto de fetiche. Vai sofrer a exclusão, a segregação, a solidão, a discriminação. Vai ser inferiorizada e chacotada. Por ser mulher negra e lésbica. É combate em triplo.
E quanto às trans?... Elas são mais apagadas ainda. Se você procurar na rede “mulher negra trans” vai encontrar páginas de pornografia, mas saiba: existem muitas mulheres negras trans na arte e na ciência, na luta, na resistência, mas ela são ainda mais invisibilizadas. Se a mulher negra é objeto sexual, a trans é considerada o objeto sexual mais marginalizado, mas inferiorizado. A transfobia tá por toda a parte, além de não serem reconhecidas como mulheres, elas não são nenhum pouco respeitadas seja em qualquer espaço. E a trans negra vai lidar com todas as opressões nas suas costas, a transfobia, a transmisoginia, o racismo e o machismo. Vai lidar com a violência que é legitimada por todos, que é considerada normal.
E com tanto “progresso” humano ainda vemos a ideia de que mulher negra aguenta tudo, tem que ter força de um animal. Ela é animalizada.
E se ela rebelar contra isso: CADEIA! Quem é mesmo que esta mais encarceirada? A maioria das mulheres carcerárias é negra.
Por isso nos mantemos em luta e juntas até que todas sejam livres!
Esse manifesto foi escrito pelo Coletivo Feminista da Zona Leste de SP Juntas na Luta, as integrantes são todas mulheres cis, e a maioria é negra.
quinta-feira, 10 de julho de 2014
Sarau Feminista Junte-se na Luta - Panteras Negras
Na década de 60, nos guetos da cidade de Oakland (Califórnia - EUA) nasce um grupo, o foco é a luta contra a condição de vida que tinham, contra a violência policial e do Estado e por indenização as famílias pelo período de escravidão.
A luta é por uma vida plena, completa e não pela metade.
Esse grupo se armou: de cultura e informação, juntou muitos na mesma causa, cresce assim o Movimento dos Panteras Negras e com o crescimento eleva a chama da revolução, mas também a força da repressão. A história diz q ele encerrou na década de 80 e mostra os homens sendo o protagonista da luta, mas a história oficial nos engana.
Esse movimento perdeu as dimensões se espalhou pelo mundo, as mulheres negras entraram nos Panteras por coragem e iniciativa própria e dentro dele se empoderaram, lutaram contra o machismo de dentro e de fora dos guetos e suas sementes estão até hoje em nossa luta.
Luta que reconhece o dia 25 de Julho, como o nosso dia, esta data foi definido como Dia da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha em 1992 no I Encontro de Mulheres Negras Latino-americanas e Caribenhas que aconteceu na República Dominicana.
Esse dia nasceu pra romper com o mito da “mulher universal”, pois nós, mulheres negras da América Latina e do Caribe temos nossas necessidades especificas e sofremos desigualdades especificas e precisamos nos auto-afirmar, gritar que existimos e lutar pela nossa emancipação.
E pensando também, que além da América Latina e Caribe, mulheres negras de todo o mundo sofrem com opressões semelhantes e que travam lutas contra elas, nesse mês, o Sarau Feminista Junte-se na Luta dará destaque a luta das mulheres Panteras Negras, pois é fundamental lembrar dessa luta afro-americana e também valorizar as que durante toda a vida lutam e agem. São mulheres que sempre fizeram e fazem a história: mulheres negras, mães, trabalhadoras, batalhadoras e militantes, que fazem política em casa e nas ruas.
As panteras convidadas para este sarau serão:
A luta é por uma vida plena, completa e não pela metade.
Esse grupo se armou: de cultura e informação, juntou muitos na mesma causa, cresce assim o Movimento dos Panteras Negras e com o crescimento eleva a chama da revolução, mas também a força da repressão. A história diz q ele encerrou na década de 80 e mostra os homens sendo o protagonista da luta, mas a história oficial nos engana.
Esse movimento perdeu as dimensões se espalhou pelo mundo, as mulheres negras entraram nos Panteras por coragem e iniciativa própria e dentro dele se empoderaram, lutaram contra o machismo de dentro e de fora dos guetos e suas sementes estão até hoje em nossa luta.
Luta que reconhece o dia 25 de Julho, como o nosso dia, esta data foi definido como Dia da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha em 1992 no I Encontro de Mulheres Negras Latino-americanas e Caribenhas que aconteceu na República Dominicana.
Esse dia nasceu pra romper com o mito da “mulher universal”, pois nós, mulheres negras da América Latina e do Caribe temos nossas necessidades especificas e sofremos desigualdades especificas e precisamos nos auto-afirmar, gritar que existimos e lutar pela nossa emancipação.
E pensando também, que além da América Latina e Caribe, mulheres negras de todo o mundo sofrem com opressões semelhantes e que travam lutas contra elas, nesse mês, o Sarau Feminista Junte-se na Luta dará destaque a luta das mulheres Panteras Negras, pois é fundamental lembrar dessa luta afro-americana e também valorizar as que durante toda a vida lutam e agem. São mulheres que sempre fizeram e fazem a história: mulheres negras, mães, trabalhadoras, batalhadoras e militantes, que fazem política em casa e nas ruas.
As panteras convidadas para este sarau serão:
Joelma Coutinho, militante lá de Osasco, que faz da sua voz uma espada contra a opressão.
Gabriela Vallim Nyong'o articuladora cultural de diversas ações.
Débora Garcia, atriz, poetisa, cantora, uma artista que através de sua arte afirma a nossa identidade e a nossa cultura
Dona Idalia, que começou no club esportivo como mãe pra acompanhar os filhos que treinavam e hoje é diretora do club e também é presidente do CDC onde o club treina, faz parte do conselho gestor do Pronto Socorro onde por muitos anos enfrentou filas pra cuidar de sua saúde e dos filhos.
E Roseli Geraldo que entrou pra militância ao fundar a associação de bairro, foi para a política e com muita resistência conquistou seu espaço.
Valorizaremos essas e todas as mulheres panteras negras que merecem nossa admiração e respeito porque estão em luta diariamente.
Neste dia teremos um delicioso café da tarde/noite para nos manter firme, o sarau é aberto para você trazer sua arte, a sua poesia, lá terá também livros, violão e a nossa história.
sexta-feira, 16 de maio de 2014
Cultura e Resistência Popular no Sarau Feminista do mês de Abril
O Sarau Feminista Junte-se na Luta do mês de abril teve a temática Cultura Popular. Uma diversidade de estilos, danças, músicas que tinham entre si algo em comum: a raiz do povo, de gente simples, pobre, trabalhadora, autêntica, resistente. Cultura negra, cultura indígena, cultura que luta para manter sua autenticidade e luta para não ser colonizada , assimilada.
Reunidos ali em Guaianazes, no lado leste, no lado periférico, tivemos um momento de partilha, de contestação e de festa com atrações maravilhosas!
Estiveram presentes o grupo Revolta Popular, grupo anarcopunk de grande força e resistência que está sempre na correria, na militância e valorizando em sua música a cultura punk, indígena e afro com seu som marcante e contestador.
O grupo Afro-break de Diadema marcando presença com seu protagonismo feminino na dança, o Jongo de Guaianazes relembrando nossas raízes e colocando aqueles que não conheciam em contato com um dos maiores símbolos da cultura negra que temos vivo no Brasil.
Nossos parceiros do Arte Maloqueira mandaram ver no seu rap guaianáz e sua maloqueiragem.
E claro, nós do Juntas também nos apropriamos do microfone e deixamos ali nossa mensagem, nossa ação direta em forma de música.
Além de todas essas atrações convidadas, tivemos também nossos momentos de leitura de poesias, de microfone aberto para o público, afinal, é esse o sentido do sarau.
quinta-feira, 27 de março de 2014
I Festival Autônomo Feminista

Nesse final de semana vai rolar o I Festival Autônomo Feminista organizado pelo Coletivo Segunda Opinião
Organizado de forma independente com a união e força ativa de vários coletivos, o evento terá uma programação linda, com muita arte, mesas de debate e trabalhos de luta pela emancipação e resistência.
A programação tá aí! E o coletivo Juntas na Luta estará presente no sábado cantando aquele rap feminista pesado no Sarau que começará às 19:30 e domingo às 14:30 com a oficina de pintura em tecido questionando os padrões de gênero e potencializando a crítica e combate à violência contra a mulher.
Organizado de forma independente com a união e força ativa de vários coletivos, o evento terá uma programação linda, com muita arte, mesas de debate e trabalhos de luta pela emancipação e resistência.
A programação tá aí! E o coletivo Juntas na Luta estará presente no sábado cantando aquele rap feminista pesado no Sarau que começará às 19:30 e domingo às 14:30 com a oficina de pintura em tecido questionando os padrões de gênero e potencializando a crítica e combate à violência contra a mulher.
- no evento serão recolhidas assinaturas para abaixo-assinado pela abertura das delegacias da mulher [DDM] de segunda a segunda, 24 h/dia;
- haverá recolhimento de óleo de cozinha para reaproveitamento
- haverá programação diária para crianças
Dias 29 e 30 de março, sábado e domingo, das 11h às 21h30
Tendal da Lapa (Rua Constança, 72 - Lapa) São Paulo
https://www.facebook.com/events/468817799916940/?ref_dashboard_filter=upcoming
https://www.facebook.com/coletivo.segundaopiniao.3
https://www.facebook.com/juntasnaluta
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
“Machismo não é escondido”
Por que nas escolas a maioria das coisas que estudamos é
contada por homens?
Será que só existiram grandes heróis, grandes reis, grandes
guerreiros...?
Na nossa sociedade, por que os cargos de destaque são ocupados
por homens? Presidentes, papas, pastor, juiz, delegado, diretor de escola,
empresários...?
E em casa? Quem toma a maioria das decisões? Quase sempre é o
esposo, o pai, o irmão...
De quem é a obrigação de limpar a casa? Preparar os
alimentos? E cuidar das pessoas?
No casamento, quem tem a liberdade de ficar com outras
pessoas e viver outras aventuras?
Engravidou! Quem não se cuidou? E quando é aborto, de quem é
o crime?
Tudo isso não é por
acaso!
Nossa sociedade foi pensada por homens que se colocaram em um
lugar de privilégio, se beneficiando em casa, na igreja, na empresa, na escola,
nos setores públicos... Sustentando até hoje uma ideologia machista, que reduz
a mulher colocando ela numa posição submissa e de explorada.
Por isso esconderam a história de luta de muitas guerreiras,
como a da Rainha N’zinga, do sudoeste da África, que com muita habilidade e
estratégia derrotou o exército europeu que tentou invadir sua cidade para
colonizar seu povo e resistiu até quando pode.
Já ouviu falar de Luisa Mahin, líder quilombola que lutou
pela libertação de negros e negras na Bahia, mesmo já tendo o valor para a
comprar a sua libertação.
E aquela guerreira que todos os dias enfrenta a condução e o
assédio pra trabalhar, sustentar seus filhos, manter os estudos, cuidar do lar,
da família e é obrigada a correr contra o tempo para manter a boa aparência e
mesmo assim não é reconhecida.
Tentam a todo tempo reduzir a mulher seja escondendo a sua
história, deixando pra elas cargos de menor destaque, sugando sua vida com
várias jornadas de trabalho, acabando com sua autoestima e com uso da violência
de todas as formas: estupros, assassinato, espancamentos, humilhações,
chantagens, exploração de imagens nos meios de comunicação, difamação.... entre
outras.
Éhhh... o machismo não
é escondido.
Ele é um problema que queremos combater, por isso estamos nos
organizando.
O Juntas na Luta é um coletivo feminista que busca enxergar a
nossa realidade, resgatar a nossa história e reconhecer a nossa atuação.
Junte-se a
nós! Essa luta também é sua, é nossa, é de todos nós!
Blog: juntasnaluta.blogspot.com
e-mail: juntasnaluta@gmail.com
facebook: Junt@s na Luta
95378-8836 (tim)
94198-7513
(vivo)
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